Um episódio inusitado foi gravado durante um voo da Azul no Brasil: um passageiro improvisou uma antena Starlink Mini para acessar a internet dentro da aeronave.
O usuário capturou o momento em vídeo, ao fixar o dispositivo na janela da cabine. Essa situação levanta preocupações sérias em relação à segurança, visto que esse tipo de equipamento não é homologado para uso no país, e a bateria portátil conectada à antena ultrapassa os limites permitidos para transporte em aviões.
A Azul Linhas Aéreas confirmou que está investigando o incidente, ressaltando que segue todas as regulamentações de segurança da aviação civil.
Resumo dos principais pontos:
- O passageiro utilizou uma antena Starlink Mini para conexão à internet durante um voo.
- A companhia aérea envolvida é a Azul.
- A utilização de uma bateria portátil que excede o limite de 100 Wh levanta risco de segurança.
- A antena não possui a devida homologação da Anatel para operação no Brasil, tornando seu uso irregular.
- A Anac já havia alertado sobre os riscos de interferência que esses dispositivos podem causar nos sistemas da aeronave.
- A Azul está apurando o caso e reafirma seu compromisso com as normas de segurança.
Além disso, a Anac tem alertado sobre os riscos que dispositivos de conectividade via satélite representam, especialmente em relação à interferência nos sistemas de navegação e comunicação da aeronave.
Outro aspecto preocupante desse incidente é a bateria utilizada, que tem uma capacidade de 60.000mAh, equivalendo a 222Wh. De acordo com as diretrizes da Anac, passageiros podem levar baterias de íon de lítio com uma carga máxima de 100Wh. Equipamentos que ultrapassam esse limite são considerados perigosos, exigindo cuidados especiais quanto ao seu transporte, os quais não foram seguidos neste caso.
Em resposta à situação, a Azul reafirmou seu compromisso em cumprir as normas da Anac e órgãos internacionais, e está apurando todos os detalhes para tomar as devidas providências. Por sua vez, a empresa Starlink afirma que, embora sua antena Mini possa ser usada em aeronaves, não possui certificação de autoridades de aviação civil relevantes.
E você, o que pensa sobre essa situação? Compartilhe suas ideias e continue acompanhando as novidades do Mundo Conectado!


